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por Carlos Martins

Quando se começa a investigar a temática da Economia Criativa, deparamo-nos com críticas ferozes à ideia de Indústrias Criativas, muitas vezes produzidas por quem não dedicou um minuto a ler ou a pensar no assunto.
Estas posições demonstram uma grande ignorância por parte de quem tem menos desculpa para tal: agentes culturais e artísticos “pendurados” em sistemas de financiamento público arbitrário e pouco democrático.
E afinal, o tema é de fácil compreensão: